Vale a pena utilizar MacOS?

Em meio a tantos sistemas disponíveis no mercado, venho através desse vídeo abordar de vale a pena utilizar o MacOS, o sistema Operacional da Apple, sendo mais uma opção para o usuário final.

O sistema da Apple, vêm embarcado em suas máquinas por padrão, os famosos Macs, que são o diminutivo de Macintosh, a máquina desenvolvida pela Apple e lançada em 1984, que veio para revolucionar o padrão das futuras máquinas da companhia (e revolucionou o mercado), a partir desse momento, todas as máquinas da empresa passaram a ser desenvolvidas no padrão Macintosh, por isso o nome Mac. E Steve Jobs se certificou de voltar a esses princípios quando retornou para a Apple em 1996, focando em criar novos Macs para reerguer a companhia que estava próxima da falência.

A Apple trabalha com seu controle de ponta a ponta, assumindo a responsabilidade pela experiência do usuário no casamento perfeito, sendo a integração entre o Hardware e o Software construídos pela mesma companhia. A maçã quer que seus usuários tenham liberdade sim, mas segundo ela, deixe que eles cuidem da parte da customização do sistema, e toda a harmonia necessária, para que o usuário final foque no mais importante, em sua liberdade de criar, de ser mais produtivo com os dispositivos e softwares utilizados nos Hardwares da empresa. Utilizando todo o potencial de seus programas em conjunto com a perfeita integração para extrair o melhor de seus trabalhos, sendo verdadeiro artistas.

E quanto a esse controle de ponta a ponta, Steve Jobs dizia o seguinte, “as pessoas não sabem o que querem até que você mostre a elas”. E ele retorna ao ponto de que se fizessem uma pesquisa na época de Henry Ford para saber o que as pessoas queriam, as pessoas falariam que era um cavalo mais rápido. Utilizando tais linhas de pensamento a Apple cria e impõe a industria seu padrão de qualidade e jeito de trabalhar, cabendo aqueles que aceitarem sua visão zen do mundo, mais clean, adquiram seus dispositivos e se tornem verdadeiros artistas em seus ramos.

Uso corporativo

No ramo corporativo, independente do que seja, temos algumas ferramentas quase em comum entre todos, a utilização de impressoras e scanner por exemplo, além de um office para produção de textos, planilhas ou slides. E quanto a isso, temos uma integração excelente na hora de instalar impressoras e scanners no MacOS. É muito simples, basta procurar a mesma na rede e os drivers já são localizados automaticamente, bastando alguns cliques para começar a utilizar, sendo nesse quesito mais prático do que o Windows e as distribuições Linux.

No Linux tem sido bem mais fácil instalar impressoras também, como no Ubuntu por exemplo, quase tão pratico quanto no MacOS, e quase o mesmo tempo de instalação, (o que demora mais no windows), contudo é complicado configurar o scanner, as vezes sendo necessário um profissional de TI, para configurar a mesma via IP pelo navegador (e já encontrei vários que não sabiam como fazer).

Já na utilização do office, temos o mais querido de todos, utilizado e procurado pela grande maioria dos usuários de office, o MS office, que possui sua versão nativa para Mac, e isso tem haver com a parceria feita após o retorno de Steve Jobs para a Apple em 1996. A Microsoft estava sofrendo na época uma acusação de monopólio do mercado de softwares pelo governo dos EUA, por ter seu sistema embarcado em cerca de 95% dos computadores e trazer o seu navegador Internet Explorer como padrão. A companhia estava sendo acusada de venda casada, antitruste, entre outras alegações na corte dos EUA. Quando Steve Jobs pegou um empréstimo com Bill Gates para ajudar a salvar a Apple, Gates estava levantando uma concorrente para tentar livrar a cara de sua empresa de algumas acusações, e aproveitou para firmar uma parceria de produção de seu office para a Apple, o que ajudou a livrar a cara da Gigante de Rendmont de parte das acusações, que de tão graves, o governo norte-americano já havia proposto que seria ideal a divisão da companhia para quebrar o seu monopólio.

Como a Apple é famosa por atrair designers para sua plataforma, por segundo eles trair artistas e manter os mesmos inspirados e criativos com suas soluções. O que ajuda muito também nesse ponto é a disponibilidade da suite da Adobe para os Macs, o que possibilita acesso a outros dois queridinhos dos profissionais de designer e edições de vídeos, o PhotoShop, e o Premier. Não esquecendo também da disponibilidade do software de outra empresa importante para esse amo, o Corel Draw com sua versão para Mac.

Mas como a Adobe demorou a criar seus programas para os Macs, e isso remonta o ano de 1999, quando Steve Jobs solicitou a empresa alemã, e eles responderam que a fatia de usuários de Macs no mercado era pequena demais para que a empresa se desse ao trabalho de portar suas ferramentas para a plataforma. O que deixou Steve Jobs enfurecido, e anos mais tarde ele ainda se lembraria da questão. Isso forçou a gigante de Cupertino a desenvolver seus próprios programas, para que seus usuários não ficassem a mercê pela falta de um software que fizesse o trabalho A ou B. Foi pensando nisso que a Apple desenvolveu programas como o famoso Final Cut Pro e o iPhoto.

Jogos

A Apple possui uma fama de que não serve muito para jogos, apesar de possuir títulos famosos como Diablo III, Need for Speed, Call of Duty, Assassin’s Creed, Counter-Strike, Minecraft, Starcraft. Na verdade o lançamento de jogos para Mac não se tornou algo tão frequente quanto o esperado, mesmo após a adoção dos processadores Intel, que são grande maioria dos que rodam nos computadores com Windows. Essa mesma arquitetura, dava a impressão de que seria bem mais pratico portar os títulos de jogos para a plataforma da maçã. Contudo esse movimento não foi acompanhando pelas desenvolvedoras de jogos. Mesmo com a Steam e a Valve estando presentes no ecosistemas da Apple. As distribuições Linux parecem receber bem mais títulos do que os Macs. Mas caso o desejo de jogar prevaleça, uma alternativa melhor é manter um dual boot com Windows, ou tentar rodar tais títulos desejados com o Crossover.

Consumo de conteúdo

Para consumo de conteúdo, o usuário comum costuma nos seus momentos de lazer ouvir musicas, podcasts, e assistir filmes, séries e vídeos no Youtube, o que basicamente da pra fazer com assinatura de um serviço de streamer, internet e um navegador, com isso você consegue ouvir suas musicas seja pelo Spotify ou Youtube music, assim como assistir vídeos no YouTube, e também assistir suas séries e filmes por serviços como a Netflix e o Amazon Prime. E se já não bastasse, a Apple ainda possui seu portfólio de serviços para lhe dar mais opções nesse quesito, com o Apple TV, o Apple music, além do consumo de livros digitais pelo iBook, e de podcasts pelo App Podcast.

Portanto a Apple acaba tempo pontos positivos nesse quesito em relação aos concorrentes, tendo seus próprios serviços a disposição do usuário e por valores não tão caros.

Pontos negativos

Nos pontos negativos não poderia deixar de citar, que os Macs no Brasil são muito caros, o que leva a calcular na ponta do lapis se vale a pena ou não adquirir um Mac nas terras Tupiniquins. Contudo soluções como os Hakintosh estão trazendo o sistema da maçã cada vez mais para diversos usuários que possuem um notebook comum, mas querem utilizar o sistema da Apple.

A Apple também mantem tudo muito bem amarrado no seu controle, o que acaba sendo um ponto negativo para alguns, principalmente os defensores ou simpatizantes de softwares de código aberto. Pois esse controle impede certas customizações do sistema, pois o usuário as vezes quer implementar uma configuração diferente do que a Apple fez, as vezes criada por um desenvolvedor sem ligação com a companhia, o que acaba sendo mais difícil, e levando a praticas como o Jaibreak nos iPhones por exemplo. Prática rejeitada pela Apple, mas que já teve recursos implementados em versões futuras do IOS, assim como ocorre a chegada de recursos de terceiros nos Macs, como o espelhamento da tela do iPad que se tornou algo nativo no MacOS Catalina. Mas a Apple esta fechando cada vez mais as brechas para modificações não autorizadas de seu sistema, dificultando tais praticas, isso como argumento para dar maior segurança ao usuário, pois quem explora tais brechas para modificações do sistema com intuito apenas de customizar ou trazer recursos diferentes, segundo a Apple, também pode utilizar tais aberturas para fins maliciosos como o de roubar dados pessoais.

Essa foi a matéria aqui do Portal falando se vale a pena utilizar o MacOS. Deixe o seu comentário, sobre o que acha do sistema da Apple, sua experiencia com o mesmo.

Aproveite e assista o vídeo que fizemos sobre o assunto.

Fontes: Uol, Br-Mac

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